2.4.10



O inflexível transitório e a matemática da decência em sentimentos puros maculados de luz.

A verdade óbvia, o hálito frio, a janela acesa pra soltar o sol
pra dentro.

Os repositórios invioláveis de memórias atemporais, olhos sectários de não ver.

As manias de respeito sempre modestamente ímpias e sagazes

Todas as mentes são. Verdades imperfeitas são mentiras em estado vegetativo.

Remédio pro peito é coragem. Vela pra vê-la chover, quente, entremeio os dedos da mão.

A vacina da dor é o grito. E o medo de ser gente nos grita de dentro do peito
em sol.

Todos os ventos vão ao encontro do centro são.
equilíbrio entre tormenta e mansidão.

2 comentários:

lella disse...

Lindo!!! Como sempre

B.G disse...

Obrigado, gosto que goste! Beijos.